Informe Especial
Kisafix: cinco décadas de apoio à evolução das indústrias
Desde a sua origem, a Kisafix tem atuação diretamente ligada ao cluster calçadista
Presente no mercado desde a década de 1970, a Kisafix (Novo Hamburgo/RS) construiu uma relação sólida com o mercado calçadista brasileiro e latino-americano. Marca de adesivos da Killing S/A Tintas e Adesivos, a Kisafix se consolidou como um parceiro estratégico de tecnologias, produtos e soluções que acompanham – e muitas vezes antecipam – as transformações do setor. À frente da gerência de Negócios, Raquel Becker destaca o papel da inovação como fator-chave para manter a competitividade das indústrias frente ao cenário global.
Desde a sua origem, a Kisafix tem atuação diretamente ligada ao cluster calçadista e, ao longo das décadas, ampliou seu portfólio com foco em tecnologia, desempenho e aumento de produtividade.
Segundo Raquel, essa proximidade permitiu que a marca acompanhasse de perto as mudanças do setor, especialmente diante da crescente concorrência asiática. “Para que o mercado brasileiro se mantenha relevante, é fundamental investir em tecnologia e eficiência. A Kisafix entende esse cenário e apresenta alternativas para que a indústria continue competitiva”, afirma.
Pioneirismo em tecnologias que transformaram o mercado
A inovação sempre esteve no centro da estratégia da Kisafix. Um dos marcos dessa trajetória foi a introdução dos adesivos à base de água no mercado brasileiro, há cerca de 20 anos. À época, a tecnologia foi considerada disruptiva e recebeu resistência inicial, mas acabou se consolidando como uma solução eficiente e alinhada às novas exigências ambientais e produtivas.
Outro avanço importante foi a entrada da tecnologia hot melt no setor calçadista. Além de desenvolver os produtos, a Kisafix também incentivou a modernização do parque fabril, viabilizando o acesso a novos maquinários e promovendo uma mudança significativa em um mercado tradicionalmente baseado em adesivos à base de solventes. “Nos posicionamos como uma marca de relevância justamente por apoiar a evolução das indústrias, não apenas com produtos, mas com assistência técnica e assessoria”, explica.
Do couro à colagem: um portfólio completo
Desde a fundação da marca, a empresa já oferecia soluções voltadas ao couro, um insumo essencial para o setor calçadista. O portfólio incluía produtos para acabamento e pigmentação, além de adesivos, solventes e primers para colagem de calçados.
Essa combinação permitiu à Kisafix atender diferentes etapas do processo produtivo, fortalecendo sua presença junto aos fabricantes e consolidando uma atuação integrada dentro da cadeia calçadista.
Pesquisa, escuta ativa e visão de futuro
A definição das soluções oferecidas pela Kisafix passa por um trabalho contínuo de pesquisa e desenvolvimento, alinhado às áreas comercial e de marketing. A empresa participa de feiras internacionais, congressos e mantém contato com associações de classe em toda a América Latina, além de acompanhar de perto os avanços tecnológicos apresentados na Europa e na Ásia.
Paralelamente, a escuta ativa dos clientes tem papel central nesse processo. “Buscamos entender os propósitos, os desafios e o planejamento estratégico de cada cliente", destaca Raquel.
Economia e diversidade tecnológica
Embora a inovação seja um pilar estratégico, a decisão sobre qual tecnologia investir passa, inevitavelmente, pela viabilidade econômica. Soluções que trazem ganhos de processo e/ou benefícios ao produto final tendem a ser mais rapidamente adotadas pelo mercado.
Ainda assim, a Kisafix mantém um portfólio diversificado. A empresa reconhece que há espaço para diferentes tecnologias coexistirem, considerando os distintos níveis de maturidade dos mercados e das empresas na América Latina. “Existem clientes prontos para tecnologias disruptivas e outros que preferem soluções tradicionais, que continuam funcionando bem. Há mercado para todos”, ressalta.
Brasil à frente, mas com desafios regionais
No cenário latino-americano, o Brasil se destaca pela capacidade de adoção tecnológica, impulsionada pela presença de grandes indústrias ao lado de pequenas e médias empresas. Essa estrutura favorece investimentos em inovação e posiciona o país à frente de outros mercados da região.
Ainda assim, Raquel observa um movimento de modernização em diversos países da América Latina e da América Central. No entanto, fatores como políticas econômicas e fiscais influenciam diretamente o ritmo desses avanços. “Cada país tem seu tempo e suas condições. Nosso papel é acompanhar esse processo e estar prontos para oferecer soluções quando o momento for propício”, conclui.
Inovação e tecnologias que redesenham processos produtivos
A estratégia de inovação da Kisafix está pautada na consolidação de tecnologias que já vêm sendo introduzidas no mercado brasileiro, ao mesmo tempo em que a empresa mantém um olhar atento para soluções de médio e longo prazo. Entre os destaques está e a impressão 3D, tecnologia observada pela companhia desde o seu surgimento, ainda de forma embrionária, há mais de uma década.
A partir dessa leitura antecipada do mercado, a Kisafix desenvolveu uma linha específica voltada a esses processos, reunida sob o nome KED – a primeira spin off do Grupo. A proposta é viabilizar soluções capazes de substituir etapas produtivas tradicionais e trazer ganhos expressivos de produtividade para a indústria calçadista. “Hoje já existem empresas fabricando saltos para protótipos com resinas de impressão 3D, o que representa uma disrupção significativa”, explica Raquel.
Segundo ela, o setor calçadista, por demandar grande volume de mão de obra, tende a absorver com mais rapidez tecnologias que otimizem processos e aumentem a eficiência industrial.
Sustentabilidade como eixo das próximas inovações
As próximas gerações de produtos da Kisafix também estão conectadas à sustentabilidade – em seu conceito mais amplo. A demanda crescente por materiais de origem renovável e menor impacto ambiental tem direcionado o desenvolvimento de novos produtos aplicáveis à indústria calçadista.
Os produtos base água seguem em constante evolução e devem ganhar novas versões nos próximos anos, ampliando ainda mais a presença dessa tecnologia no mercado. “A sustentabilidade deixa de ser tendência e passa a ser uma exigência, e isso reflete diretamente nas escolhas tecnológicas que fazemos”, destaca Raquel.
Sustentabilidade no DNA da marca
Mais do que uma diretriz recente, a sustentabilidade faz parte da história do Grupo Killing desde sua origem. A preocupação com a relação entre indústria química e meio ambiente já estava presente na visão do fundador Celestino Killing, ainda que o conceito de sustentabilidade não tivesse, à época, o mesmo protagonismo que hoje.
Atualmente, esse compromisso se traduz em ações concretas. A empresa utiliza, em alguns de seus produtos, matérias-primas de fontes renováveis, desenvolve também produtos com menor índice de geração de VOC e já realiza análises de ciclo de vida de seus produtos. A Killing também é reconhecida como uma empresa carbono zero, fortalecendo sua atuação dentro das diretrizes de ESG. Por essa e outras atuações, a Kisafix foi a primeira marca de adesivos a conquistar o selo de Origem Sustentável.
EcoTech e o desafio de amadurecer a cadeia sustentável
Lançada na FIMEC de 2025, a linha EcoTech representa um avanço importante dentro dessa estratégia. No entanto, Raquel destaca que a incorporação da sustentabilidade ainda acontece de forma gradual em toda a cadeia produtiva.
Segundo ela, a consolidação desse modelo depende não apenas da indústria, mas também do consumidor final. “Quando o consumidor reconhece valor em produtos com viés sustentável, esse movimento retorna para toda a cadeia, viabilizando processos e reduzindo impactos de custo”, explica.
A Kisafix atua para oferecer soluções sustentáveis dentro de custos viáveis, permitindo que essa transformação aconteça de forma progressiva.
Linha de acabamentos cresce e acompanha maturidade do mercado
Na linha de Acabamentos, o portfólio vem sendo ampliado de forma consistente. Inclui produtos aquosos monocomponentes e bicomponentes para pintura de solados e saltos, vernizes de aplicação e vernizes para transfer.
Com forte apelo sustentável e performance igual ou superior às soluções base solvente, essa linha tem apresentado crescimento ano após ano. “Os resultados mostram que o mercado está cada vez mais preparado para absorver essas novas tecnologias em seus processos produtivos”, afirma Raquel.
Assistência técnica como diferencial estratégico
Em um setor marcado por forte influência da moda, grande diversidade de materiais e processos altamente manuais, a assistência técnica deixa de ser um serviço complementar e passa a ocupar papel estratégico. Para a Kisafix, esse suporte é entendido como uma extensão da parceria com o cliente e uma ferramenta essencial para garantir eficiência, inovação e competitividade.
A empresa mantém uma estrutura de assessoria técnica presente em todos os polos calçadistas do Brasil, além de atuação na, América Latina e América Central, com apoio direto da equipe brasileira. O objetivo é facilitar o uso de produtos altamente específicos e auxiliar na adequação dos processos produtivos às constantes mudanças do mercado.
Apoio na implementação de novas tecnologias
Além do acompanhamento da aplicação dos produtos, a assistência técnica da Kisafix tem papel fundamental na introdução de novas tecnologias. Muitas dessas inovações exigem ajustes de processo e, em alguns casos, investimentos em equipamentos – um desafio adicional para um setor que demanda intensa mão de obra.
Conforme Raquel, o suporte técnico garante que essas implementações ocorram de forma assertiva e ágil, reduzindo riscos e acelerando a transformação industrial. “É esse apoio que permite que a tecnologia realmente saia do papel e passe a fazer parte do dia a dia da indústria”, destaca.
Proximidade com o cliente e antecipação de tendências
A atuação constante junto aos fabricantes permite que a equipe técnica identifique oportunidades e tendências que, muitas vezes, ainda não estão claras para o próprio cliente. Esse contato direto funciona como um canal de escuta ativa, capaz de antecipar demandas e orientar o desenvolvimento de novos processos e produtos.
Essa troca também acrescenta nas áreas de pesquisa e desenvolvimento da Kisafix, ampliando a capacidade da empresa de enxergar movimentos futuros que nem sempre são captados apenas por meio de feiras e análises globais de mercado.
De fornecedor a parceiro de negócios
Com presença constante nos polos calçadistas, a Kisafix reforça uma relação que vai além do fornecimento de matéria-prima. O conhecimento aprofundado dos processos produtivos dos clientes transforma a assistência técnica em um elo de confiança, capaz de propor soluções, resolver dores específicas e até instigar novas formas de produzir.
“Quando você entende o processo do cliente, deixa de ser apenas fornecedor e passa a ser visto como parceiro”, resume Raquel. Essa relação fortalece a cadeia produtiva e amplia o impacto das soluções apresentadas.
A maior estrutura técnica da América Latina e Central
A Kisafix mantém atuação plena em todos os polos calçadistas do Brasil, além de presença consistente na América Latina e na América Central, com mais de 40 profissionais especializados atuando no Brasil e em outros países da região, sendo a maior equipe de assistência técnica dedicada ao cluster calçadista.
Isso reforça o papel da marca como parceira estratégica da indústria, acompanhando diferentes níveis de maturidade tecnológica e oferecendo soluções alinhadas às realidades locais. Essa estrutura robusta permite que a empresa mantenha os clientes atualizados e preparados para competir em um mercado cada vez mais globalizado.
Integração continental e capacitação contínua
Como parte dessa estratégia, a Kisafix promove anualmente um congresso técnico que reúne todo o seu corpo técnico na sede da empresa, no Brasil. Durante uma semana intensa de treinamentos, são discutidas novas tecnologias, tendências, lançamentos de produtos e, principalmente, as demandas específicas de cada mercado – do Brasil ao México, passando por países como Colômbia, Bolívia e Argentina.
Esse encontro funciona como um ponto de convergência de informações, alinhando estratégias e ajudando a definir os próximos passos da empresa. “É a partir dessa integração que conseguimos eleger quais tecnologias têm potencial de aplicação mais ampla e fazem sentido para diferentes realidades do mercado”, explica Raquel.
Expansão internacional: exportação como estratégia de crescimento
A atuação da Kisafix ultrapassa as fronteiras brasileiras há mais de quatro décadas. O processo de internacionalização teve início a partir da identificação de uma demanda natural do mercado por seus produtos e soluções, especialmente no cluster calçadista. Com isso, a exportação passou a ser não apenas um canal comercial, mas uma estratégia estruturada de crescimento e posicionamento da marca na América Latina e na América Central.
Hoje, a Kisafix não apenas exporta, como mantém presença produtiva e comercial em outros países. A empresa conta com unidades fabris na Argentina e no México, além de equipes técnicas, administrativas e comerciais atuando localmente.
Presença local e conhecimento de mercado
A decisão de estabelecer unidades produtivas fora do Brasil está diretamente relacionada às condições logísticas + e às oportunidades de cada país. Segundo Raquel, compreender o momento de cada mercado é fundamental para definir estratégias de investimento, seja na ampliação de vendas por exportação ou na implantação de novas plantas industriais.
Esse conhecimento aprofundado permite à Kisafix atuar de forma assertiva em cenários distintos. Países como a Bolívia, por exemplo, passaram recentemente por restrições econômicas que impactaram o ritmo de negócios. “Entender essas variáveis é essencial para saber quando avançar, investir ou manter uma atuação mais cautelosa”, explica.
Feiras internacionais e o papel do Brasil como vitrine tecnológica
As feiras realizadas no Brasil também têm papel central na expansão internacional da Kisafix. Eventos como a Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec) funcionam como vitrines de tecnologia e inovação, atraindo visitantes de diversos países e abrindo portas para novas relações comerciais.
O reconhecimento do Brasil como referência em desenvolvimento tecnológico no setor calçadista fortalece a imagem da Kisafix como fornecedora de soluções químicas de alto valor agregado, facilitando a entrada em novos mercados e a consolidação da marca fora do país.
Portfólio amplo e adaptação cultural como diferencial
Atualmente, a Kisafix exporta para países como Uruguai, Paraguai, Peru, Guatemala, Bolívia, Equador, Chile, México, Argentina e Equador, mantendo um entendimento profundo das particularidades culturais, produtivas e técnicas de cada mercado.
Mais do que levar produtos desenvolvidos no Brasil para outros países, a empresa aposta na adaptação do portfólio às realidades locais. “O sucesso da implementação está diretamente ligado à tropicalização do produto, respeitando a cultura e a forma de utilização de cada país”, destaca Raquel. Essa estratégia reduz riscos e amplia a aceitação das soluções oferecidas.
Ampliação de portfólio e fortalecimento do cluster calçadista
A internacionalização caminha lado a lado com a ampliação do portfólio da Kisafix. Nesse contexto, a incorporação da LRB amplia o alcance da Kisafix dentro da indústria calçadista, permitindo atender demandas que antes não faziam parte de sua atuação direta. Essa diversificação reforça o posicionamento da marca como parceira estratégica dos clientes.
Visão de futuro e competitividade global
Para Raquel, a expansão internacional, aliada à ampliação de portfólio e ao investimento contínuo em tecnologia, fortalece a competitividade do calçado brasileiro e latino-americano no cenário global. “Nos posicionamos como um fornecedor parceiro, com foco em inovação, qualidade e conhecimento técnico, para que nossos clientes consigam competir de forma arrojada no mercado internacional”, afirma.
A estratégia também passa pela formação de equipes altamente qualificadas, capazes de atender às diferentes demandas dos mercados atendidos e sustentar o crescimento da Kisafix no Brasil e no exterior.
* Raquel Becker é graduada em Engenharia Química e Administração, com MBA em Marketing e Vendas.
Uma história construída sobre valores e clareza de propósito
Com uma trajetória consolidada no mercado, a Killing se posiciona a partir de uma proposta de valor que reflete sua história e seus princípios. “Não é uma empresa que nasceu ontem ou que se colocou no mercado de forma aventureira”, afirma Roberta Anacleto, gerente de Marketing da companhia. Segundo ela, o atual posicionamento apenas dá nome a algo que sempre fez parte do DNA da empresa: uma atuação baseada em valores sólidos e relações consistentes.
Essa clareza de propósito orienta a forma como a empresa se apresenta ao mercado e como constrói suas estratégias, reforçando um posicionamento alinhado à sua prática diária.
Parceria transformadora como proposta de valor
Um dos principais diferenciais da Killing está no conceito de “parceria que transforma”. Para Roberta, a empresa vai além do papel tradicional de fornecedora de produtos químicos e atua de forma a transformar positivamente os resultados dos clientes – e, em muitos casos, a própria trajetória profissional e pessoal das pessoas envolvidas nessa relação.
“É uma troca que gera desenvolvimento, crescimento e abertura de caminhos que muitas vezes não estavam no radar”, explica. Essa proposta de valor se apoia na lógica do ganho mútuo, em que o crescimento da Killing está diretamente ligado ao crescimento de seus parceiros.
Cultura que se reflete dentro e fora da empresa
Esse modelo de parceria não se limita ao relacionamento externo. Internamente, a cultura da Killing também promove desenvolvimento e crescimento das pessoas, o que se reflete no reconhecimento da empresa como um Great Place to Work, certificação conquistada há quatro anos consecutivos.
Além disso, a companhia mantém ações voltadas à comunidade e à responsabilidade social, reforçando seu compromisso com o ambiente em que está inserida e com o futuro que ajuda a construir.
Desenvolvimento conjunto e impacto na economia
Mais do que entregar produtos, a Killing se propõe a desenvolver soluções em conjunto com seus parceiros. “O que a gente quer é abrir caminho para um futuro mais promissor”, afirma Roberta. Esse futuro passa pela geração de empregos, fortalecimento da economia e crescimento sustentável dos diferentes segmentos atendidos pela empresa.
Todas as decisões estratégicas – desde o desenvolvimento de novos produtos até a forma de atender clientes – estão ancoradas nessa visão de longo prazo.
Atuação multissetorial e troca de experiências entre mercados
Atualmente, a Killing se relaciona com 28 segmentos diferentes da economia no Brasil e na América Latina. Embora seja amplamente reconhecida pelo fornecimento de adesivos para o setor calçadista, sua atuação se estende a áreas como móveis, construção civil, revenda, papel e embalagens, entre outras.
Essa diversidade amplia o repertório da empresa e permite a troca de experiências entre diferentes mercados. “Vivemos muitas coisas na economia e nos negócios, e isso nos dá condições de contribuir com clientes de segmentos diversos”, destaca Roberta. Esse conhecimento é levado para dentro das indústrias por meio de consultorias técnicas que vão além da aplicação do produto, focando também na melhoria de processos e resultados.
Feedback do cliente como motor de evolução
A escuta ativa dos clientes é parte estruturante da estratégia da Killing. A empresa realiza, ao menos uma vez por ano, pesquisas de satisfação que orientam decisões internas e apontam oportunidades de melhoria ou aprofundamento de práticas bem avaliadas.
Além disso, o acompanhamento constante de indicadores e KPIs permite uma leitura precisa da qualidade dos produtos, dos serviços e da logística. “A satisfação é um indicador importante, mas não é o único. A gente acompanha diferentes métricas para garantir a consistência da entrega”, explica Roberta.
Consistência entre discurso e prática no dia a dia
Para Roberta, a coerência entre o que a empresa comunica e o que entrega acontece de forma natural, sustentada por processos contínuos de revisão e acompanhamento. A Killing mantém uma estrutura robusta de atendimento ao cliente e monitora indicadores como solicitações recorrentes, desempenho logístico e qualidade dos produtos. Esse acompanhamento constante permite ajustes rápidos e reforça a consistência do posicionamento da marca ao longo do tempo.
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Relações duradouras e melhoria contínua
A busca por relações de longo prazo orienta toda a estratégia da Killing. A melhoria contínua, a revisão constante de processos e o acompanhamento de indicadores são ferramentas para sustentar parcerias duradouras, tanto com clientes históricos quanto com novos parceiros.
“Quando as pessoas se surpreendem, é porque percebem que não se trata apenas de uma relação comercial, mas de uma parceria de verdade”, conclui Roberta.
Valorização dos profissionais e fortalecimento da cadeia produtiva
A preocupação da Killing com o desenvolvimento do mercado vai além da relação direta com clientes e parceiros comerciais. Roberta reforça que a empresa também atua de forma ativa na valorização dos profissionais que integram a cadeia produtiva e no fortalecimento dos diferentes segmentos em que está inserida.
Um exemplo disso é a campanha anual de valorização do profissional sapateiro, iniciativa pioneira que colocou em evidência uma categoria essencial para a indústria calçadista, mas que até então não recebia o reconhecimento devido. A ação, realizada em torno da data dedicada a esse profissional, extrapola os limites da indústria e envolve outros elos da cadeia, como sindicatos, associações e entidades representativas.
Do ponto de vista do marketing e do posicionamento institucional, essa iniciativa reforça o entendimento de que o crescimento sustentável depende do fortalecimento do mercado como um todo. “Nossa preocupação com parceria não fica restrita à relação com os clientes. A ideia é expandir e fortalecer o mercado, valorizando os profissionais e toda a cadeia produtiva”, destaca Roberta.
Essa visão se reflete também na atuação da empresa junto a diferentes associações e entidades setoriais. Embora não fosse uma obrigação direta enquanto fornecedora, a Killing participa ativamente do fortalecimento dessas organizações, entendendo que uma economia mais estruturada, com indústrias e empresas fortes, gera benefícios coletivos. “Quando a economia está forte, todos se fortalecem”, reforça.
Ações que conectam indústria, entidades e reconhecimento profissional
Além do setor calçadista, a empresa mantém ações em parceria com entidades de outros segmentos, como o moveleiro, o de colchões, entre outros . O foco está tanto na qualificação dos negócios quanto na valorização das áreas e dos profissionais que fazem esses mercados avançarem.
No caso específico da valorização do sapateiro, por alguns anos a Kisafix – marca da Killing – desenvolveu um projeto exclusivo voltado a esse público. A iniciativa resultou em ações simbólicas e concretas, como o desenvolvimento de um calçado conceitual e a apresentação desse profissional em uma capa de revista, dando visibilidade à sua importância dentro da indústria.
Esses projetos reforçam o entendimento da empresa sobre a diversidade de públicos que compõem o ecossistema industrial e a necessidade de reconhecer cada um deles. “São exemplos claros de que a gente entende a importância dos diferentes profissionais que fazem parte da indústria e busca reforçar isso por meio de ações concretas”, explica Roberta.
Desenvolvimento social e compromisso com a comunidade
A visão de impacto positivo da Killing também se estende à comunidade. Além do foco em clientes, parceiros e profissionais da cadeia produtiva, a empresa mantém iniciativas voltadas ao desenvolvimento social, por meio de ações de doação, patrocínios e apoio a projetos comunitários.
Essas iniciativas fazem parte de uma compreensão mais ampla de responsabilidade e transformação positiva dos stakeholders. “Não se trata apenas da transação comercial. Existe toda uma cadeia e uma comunidade envolvida, e a gente trabalha para desenvolver, elevar e transformar positivamente esse conjunto”, afirma.
Ao integrar valorização profissional, fortalecimento institucional e desenvolvimento social, a Killing consolida um posicionamento que vai além do produto e do mercado imediato, reforçando sua atuação como agente de impacto econômico e social de longo prazo.
* Roberta Anacleto é graduada em Publicidade, com pós-graduações em Marketing e Gestão de Negócios, entre outras especializações na área de Marketing.