Brasil exporta 114,5 milhões de pares em 2019

09.01.2020 - Ruan Nascimento/Redação Jornal Exclusivo

O setor calçadista brasileiro exportou 114,5 milhões de pares de calçados em 2019, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 9 de janeiro, pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O volume teve alta de 0,9% com relação a 2018. Por sua vez, o valor das vendas ao exterior no ano passado teve a soma de US$ 967,1 milhões, queda de 0,9% na comparação com o ano anterior. Considerando o mês de dezembro, a indústria enviou ao exterior 10,3 milhões de pares, ao preço de US$ 80,7 milhões, quedas de 20,9% em volume e 17,2% em receita, na comparação com dezembro de 2018.

No ano passado, foram os Estados Unidos quem mais compraram o calçado brasileiro. Os norte-americanos adquiriram 11,9 milhões de pares, ao preço de US$ 197,5 milhões, com altas de 10,5% em volume e 18,4% em receita, comparados com 2018. A segunda posição foi para a Argentina, que adquiriu, em 2019, 10,067 milhões de pares, pelo valor de US$ 105,2 milhões, quedas em total de produtos (-14,9) e em valores (-24,7%), no comparativo com o ano anterior. Na terceira colocação, está a França, que comprou 7,9 milhões de pares, pelo valor de US$ 60,4 milhões, altas de 7,8% em pares e de 6,2% no custo.

RS foi o líder nas vendas internacionais

A Abicalçados também divulgou o total de vendas de calçados ao exterior por cada Estado. Foi o Rio Grande do Sul o líder das exportações em 2019. As empresas calçadistas gaúchas venderam 30,6 milhões de pares, ao custo de US$ 444,6 milhões, altas de 12,7% em volume e de 3,8% em receita, na comparação com 2018. No ano passado, o Ceará ocupou a segunda posição, vendendo 38,4 milhões de pares, ao custo de US$ 232,022 milhões (quedas de 6,2% no total de produtos e de 6,9% no valor final, comparadas ao ano anterior). São Paulo terminou o ano como o terceiro maior exportador pelo Brasil, vendendo 7,5 milhões de pares, ao custo de US$ 103,030 milhões, com alta de 6,8% em produtos exportados, e queda de 0,7% na receita.

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